GEOENGENHARIA NA COP 30: UM CHAMADO POR JUSTIÇA CLIMÁTICA PARA O RENASCIMENTO DO PLANETA

ANGELA ROSA CAMOLESE
GEOENGENHARIA NA COP 30: O DIAGNÓSTICO ÉTICO
Este trabalho é fruto de uma pesquisa científica independente, desenvolvida no âmbito do curso de Pós-graduação MBA em Meio Ambiente e Sustentabilidade..
Resumo
A Terra nos chama. Este é o nosso único lar, um planeta que nos sustenta com seus rios, florestas e a promessa contínua de vida. Em novembro de 2025, Belém, Brasil, será o palco da COP 30, um evento crucial para definir as estratégias de enfrentamento à crise climática.
Nesse cenário, a geoengenharia emerge como uma proposta audaciosa: manipular o clima na tentativa de salvá-lo. No entanto, essa abordagem carrega consigo riscos e sombras de poder, ameaçando o equilíbrio que tanto buscamos.
Inspirado por Rosalie Bertell e por uma profunda paixão pela preservação, este trabalho busca responder: quem molda o clima, molda o mundo, mas a que custo? Nosso objetivo é fomentar esse debate, apontando para um caminho de justiça e regeneração, com a visão de um "jardim do Éden" acessível a todos.
Palavras-chave: GeoEngenharia, Manipulação Climática, Guerra Climática, Geopolítica, Arma Climática, COP30.
Introdução
Este artigo examina empresas e agências que alteram os espaços aéreos climáticos através de emissões de fumaça de incêndios florestais, modificação climática (semeadura de nuvens para provocar chuva) e geoengenharia solar, e outras tecnologias eletromagnéticas e subterrâneas.
A modificação climática é uma realidade que altera os padrões climáticos, e não uma teoria da conspiração. No entanto, ela carece de regulamentação e monitoramento sistemático. Isso significa que mesmo agências governamentais não possuem registros abrangentes sobre a frequência ou extensão dessas atividades.
A ausência de dados impede a coleta, agregação e armazenamento de informações. Consequentemente, indicadores climáticos importantes, como a contabilidade climática da Agência de Proteação Ambiental, desconsideram os efeitos da manipulação climática antropogênica ao avaliar as mudanças no clima e na qualidade do ar.
Essa lacuna regulatória é um problema sério, pois a contabilidade climática não consegue mensurar atividades desregulamentadas realizadas por entidades públicas e privadas. Sem uma contabilização precisa, cientistas e agências podem subestimar o impacto das mudanças climáticas em fatores históricos, como os níveis de emissões de CO2 e a precipitação. Essa desinformação pode levar a declarações equivocadas sobre a emergência climática. A falta de dados sobre modificações climáticas também impede que formuladores de políticas identifiquem oportunidades para desacelerar ou reverter as mudanças climáticas antropocêntricas através da medição, contabilização e regulamentação da manipulação humana do espaço aéreo.
A geoengenharia, um conjunto de tecnologias emergentes, propõe intervenções em larga escala no sistema climático terrestre para combater as mudanças climáticas. Isso inclui o manejo da radiação solar para reduzir a luz solar que atinge a Terra, a remoção de dióxido de carbono da atmosfera e a modificação do clima.
Embora a geoengenharia possa ser uma solução promissora para a crise climática, ela também apresenta riscos e incertezas. Há preocupações com efeitos colaterais imprevistos no meio ambiente e nos sistemas climáticos, e que possa ser usada como justificativa para continuar emitindo gases de efeito estufa.
Apesar dos riscos, governos, empresas e organizações de pesquisa demonstram crescente interesse na geoengenharia. Alguns argumentam que ela pode ser um último recurso caso outras medidas para combater as mudanças climáticas falhem. Outros a veem como uma oportunidade de lucrar com a crise climática.
É fundamental que o público esteja ciente dos riscos e benefícios potenciais da geoengenharia para participar das decisões sobre como essas tecnologias devem ser usadas. Mais pesquisas sobre os impactos da geoengenharia e um debate público aberto e transparente sobre seu papel no enfrentamento das mudanças climáticas são necessários.
2. O Grito de um Planeta Vivo
2.1 Contexto Histórico e a Voz de Rosalie Bertell
O planeta clama! Seus rios, antes cristalinos, e suas florestas, agora à beira da exaustão, emitem um brado que ecoa a urgência de um lar em chamas. Em novembro de 2025, Belém, no Brasil, sediará a COP 30, não apenas uma conferência, mas uma convocação desesperada e esperançosa para salvar o que resta.
Há quase um século, Rosalie Bertell já alertava sobre uma guerra climática silenciosa, agora ruidosa: um poder que manipula céus, fere os vulneráveis e desafia nossa harmonia com a Terra. Diante do avanço da ciência da física quântica, confrontamo-nos com uma escolha crucial: sucumbir à manipulação ou erguer-nos para restaurar e proteger cada vida – dos povos indígenas às famílias urbanas. Este trabalho é um apelo apaixonado para sonhar e construir um jardim do Éden, onde o planeta floresça para todos.
A geoengenharia, com suas raízes profundas, oscila entre ambição e advertência. Desde 1841, com a visão de chuvas artificiais de James Pollard Espy, até a Operação Popeye (1967-1972) no Vietnã, que semeou nuvens com iodeto de prata, a humanidade tem buscado controlar o clima. A Convenção ENMOD (1976) tentou conter essa arma, mas deixou brechas. Nos anos 1990, o HAARP testou ondas na ionosfera, e John Martin fertilizou oceanos. Hoje, da física quântica às promessas de aerossóis, a geoengenharia reflete o passado que Bertell denunciou: uma guerra que se manifesta em enchentes, tremores e ventos impiedosos.
2.2 O Brasil e a COP 30
O Brasil, com sua Amazônia que pulsa como um coração em crise e rios que entoam um lamento de resiliência, é mais do que o palco da COP 30; é o símbolo vivo do que está em jogo. Aqui, o grito é sentido por agricultores que enfrentam a seca, pescadores que lutam contra águas poluídas e crianças que herdam um futuro incerto. A COP 30 em Belém nos convoca a liderar com ternura e força, mostrando que a dor de um é a de todos, mas a cura também pode ser. Este trabalho nasce da certeza de que, com projetos de alimento, moradia e sustento digno, podemos silenciar o grito e transformar este planeta em um jardim vivo.
3. Problema: A Sombra do Controle
3.1 Testes e Especulação na Geoengenharia
A geoengenharia transcende a ciência; é especulação manifestada em experimentos realizados não em laboratórios, mas na natureza – céu, terra, mar e profundezas subterrâneas – sacudindo o destino do planeta. Nos EUA, estados como o Tennessee baniram aerossóis em 2024, mas o grito do planeta ressoa além: a Turquia semeia nuvens, a Tailândia altera safras e a China planeja dominar seu clima até 2025. Nos oceanos, a Haida (2012) despejou ferro, enquanto evidências (a serem detalhadas com documentos da autora sobre terremotos, enchentes e denúncias na Turquia e Polônia, por exemplo) revelam um planeta ferido por esses testes. Este é nosso lar, não um tabuleiro de experimentos, e cada manipulação arrisca o equilíbrio que nos sustenta.
3.2 Atores, Financiamento e Controle de Recursos
Quem detém as rédeas desse poder? Corporações como Climeworks e Make Sunsets lucram com carbono e aerossóis. Bilionários como Bill Gates (com a patente US20090173386A1, 2009, para furacões) e George Soros (projetos solares, 2023) investem milhões, ao lado de fundações como Rockefeller e Open Society. Rothschild e Bill Clinton aparecem em patentes e especulações, enquanto institutos como Harvard SGRP e National Academy of Sciences, com apoio da CIA, testam os limites. O controle da água, solo e ar é o prêmio, um poder que seca rios em um lugar para enriquecer em outro, enquanto o grito da Terra se amplifica em comunidades vulneráveis.

Em 7 de novembro de 2025, a Royal Society divulgou um relatório sobre esquemas de modificação da radiação solar (SRM), com foco em injeção de aerossóis estratosféricos (SAI) e clareamento de nuvens marinhas (MCB). O relatório propõe uma estrutura de governança global para a pesquisa, caracterizada pela ausência de eleição, transparência e mecanismos de responsabilização (Royal Society, 2025).
Paralelamente, a NASA lançou o edital A.24 Weather and Atmospheric Dynamics (NURTURE Campaign), convidando propostas de pesquisa em dinâmica atmosférica para 2026–2027 (NASA, 2025). Este projeto de ciência aerotransportada prevê o uso de plataformas interoperáveis em terra, ar e espaço, sinalizando a continuidade de experimentos em larga escala na troposfera e estratosfera.
Estes eventos, entre relatórios e editais, revelam o surgimento de uma nova fronteira tecnológica — uma "engenharia do céu" — que avança sem o devido escrutínio da sociedade civil. O debate público, quando ocorre, é desviado para temas como narcotráfico, terrorismo e disputas políticas, enquanto o clima, a camada de ozônio, correntes oceânicas e ventos são convertidos em campos de experimentação.
A pesquisadora Rosalie Bertell (2013), pioneira na denúncia da militarização da ciência atmosférica, alertou: "A Terra tornou-se uma vítima do militarismo" (p. 483). Sua obra, ignorada por décadas, ressurge como um guia ético diante da escalada atual da geoengenharia. O que antes parecia teoria conspiratória, agora assume contornos administrativos, técnicos e programáticos.
Não é apenas o clima que está em jogo, mas a própria soberania planetária. Se a ciência é usada para controle atmosférico, questiona-se: quem controla a ciência? E o que resta à humanidade quando o céu é transformado em laboratório?
Há um tremor na respiração do planeta, não apenas das placas tectônicas, mas das decisões humanas que alteram a atmosfera em nome do progresso. As palavras de Bertell ecoam de forma fúnebre e urgente: "A Terra foi enfraquecida e já pode ter sofrido danos irreversíveis." (Bertell, 2013, p. 59).
A filósofa Claudia von Werlhof (2015) expande essa reflexão com o conceito de "alquimia militar" — uma ciência patriarcal que busca transformar a natureza em máquina.
"Do núcleo atômico à atmosfera, o impulso é o mesmo: submeter, extrair, dominar." (Werlhof, 2015, p. 42).
Assim, o Antropoceno se revela não como a era do humano, mas como a era da hybris, da arrogância técnica disfarçada de salvação climática. A geoengenharia, apresentada como remédio para o aquecimento global, pode ser, na verdade, a continuação de um projeto de controle total do planeta, unindo o militar e o econômico, o laboratório, o céu, o mar, a terra e o subsolo.
3.3 A ausência da pauta de geoengenharias: Que mensagens nos envia?
Diante deste cenário, somos forçados a refletir sobre a ausência da pauta das geoengenharias em um evento tão crucial como a COP. Essas tecnologias são as principais causas do desequilíbrio climático, impactando todas as esferas terrestres. Por que não se mencionou sequer a regulamentação do uso dessas tecnologias nocivas, capazes de forjar artificialmente terremotos, maremotos, ciclones extratropicais, tornados e até vulcões? Qual o objetivo de continuar ocultando do conhecimento público a existência dessas tecnologias?
3.4 A COP 30: Um Ponto de Inflexão em Belém
Em novembro de 2025, Belém -PA, sediará a COP 30, um evento que se projeta como um marco divisório. A geoengenharia e seus riscos inerentes não foram incluídos na pauta: questiona-se quem decidirá o clima do Brasil e como os recursos nacionais serão protegidos. Embora o governo Lula demonstre uma postura ambientalmente aberta, seu histórico, incluindo o veto à resolução da ONU em 2019, revela resistências. Este é um momento crucial para harmonizar ciência e sensibilidade, para ouvir comunidades e cientistas, e para rejeitar manipulações em favor de uma regeneração autêntica.
O Brasil observa a tecnologia com esperança. Globalmente, experimenta-se com aerossóis e fertilização oceânica, enquanto no Brasil o reflorestamento via REDD+ avança, apesar das limitações de terra e financiamento. A captura direta de ar (DAC) ainda se encontra em estágio incipiente, com poucos projetos piloto, e a gestão da radiação solar (SRM) permanece distante. Contudo, os impactos dos testes globais ressoam na Amazônia – o Planeta não possui fronteiras – alterando padrões de chuva e afetando corpos hídricos.
Enquanto o cientista brasileiro Paulo Artaxo adverte que países tropicais como o nosso devem liderar a pesquisa para evitar serem meras vítimas dessas tecnologias, no Brasil, empresas estrangeiras lideram as “energias verdes” – renováveis, mas não inerentemente sustentáveis. Mais do que um debate técnico, este é um apelo à proteção de nossa casa comum, onde cada cidadão, do sertão ao litoral, merece ser ouvido.
A COP 30 perdeu a oportunidade de liderar com sensibilidade e firmeza, transformando o planeta em um jardim vibrante.
Considerações Finais
Vivemos um tempo em que o invisível governa.
Satélites, drones, aerossóis, dados e algoritmos decidem o destino da biosfera enquanto a humanidade assiste anestesiada.
O que está em curso não é apenas uma disputa científica: é uma disputa ontológica: o que é a Terra? Um ser vivo ou um mecanismo de regulação térmica?
A ausência da pauta da geoengenharia em discussões cruciais como a COP30 envia uma mensagem alarmante de que o debate público está sendo desviado e que decisões de impacto global são tomadas em esferas restritas. O que antes parecia ser o domínio da ficção científica, agora se manifesta em projetos financiados por bilionários e testados em larga escala, sem o escrutínio necessário. A "guerra planetária" alertada por Rosalie Bertell, com suas consequências de secas, tempestades e falhas de safra, materializa-se como uma técnica de controle disfarçada de mitigação. A hipocrisia de figuras públicas que expressam "arrependimento" por "alimentar o medo climático", enquanto continuam a financiar projetos de modificação solar, sublinha a urgência de questionar quem detém o poder e quais são seus verdadeiros interesses. A ciência, que deveria servir à compreensão e à harmonia com a natureza, é instrumentalizada para fins de domínio, transformando o céu em um laboratório e o planeta em um campo de experimentação.
A atuação de empresas como NetZero SAS, com sua expansão da produção de biochar no Brasil, e a proliferação de pesquisas e experimentos destacadas no Mapa de Geoengenharia, revelam que o Brasil, apesar de ser o guardião de ecossistemas vitais como a Amazônia, não está imune a essas influências. Pelo contrário, as regiões brasileiras já sentem os impactos dos testes globais, alterando padrões de chuva e afetando recursos hídricos. A advertência de cientistas brasileiros sobre a necessidade de liderarmos a pesquisa para não sermos meras vítimas ressoa com particular intensidade. A sabedoria ancestral das comunidades tradicionais e a voz profética de Rosalie Bertell nos guiam para uma consciência planetária que reconhece o céu como um bem comum e cada gota de chuva como um direito coletivo.
ANEXO PATENTES ARMAS CLIMÁTICAS
Patente HAARP / Patente Eastlund – Método e aparelho para alterar uma região na atmosfera terrestre, ionosfera e/ou magnetosfera.
4686605 – August 11, 1987 – HAARP Patent / EASTLUND PATENT – Method and apparatus for altering a region in the earth’s atmosphere, ionosphere, and/or magnetosphere
PATENTES FURACÃO E VULCÃO
Earthquake Or Volcanic Activity Patents (Classe 702/15)
Sistemas e métodos para detecção de eventos sísmicos por radiofrequência
Número da patente: 12228694
Resumo: Sistemas e métodos para detecção ou previsão de um evento sísmico. Os métodos compreendem, por um sistema: receber pelo menos um sinal de comunicação usando um componente de recuperação de portadora com uma localização fixa remota de uma fonte do pelo menos um sinal de comunicação; determinar pelo menos um de (i) desvios de fase do pelo menos um sinal de comunicação ao longo do tempo e (ii) atrasos de propagação diferenciais em dois caminhos pelos quais o pelo menos um sinal de comunicação viajou; realizar operações para detectar padrões em pelo menos um dos desvios de fase e atrasos de propagação diferenciais que indicam a ocorrência de atividade sísmica com nível(is) de confiança; e usar o(s) nível(is) de confiança para detectar ou prever o evento sísmico.
Tipo: Concessão
Data da Patente: 18 de fevereiro de 2025
Cessionário: Eagle Technology, LLC
Inventores: Arthur G. Wilson, Vivek Krishna
MÉTODO DE PREDIÇÃO A CURTO PRAZO DE TERREMOTOS COM PRECURSORES IANOSFÉRICOS
Method for short-term prediction of earthquake parameters using ionospheric precursors
Patent number: 11822028
Resumo: Um método de predição de parâmetros de um terremoto usa um conjunto de ionossondas para escanear um volume observado de uma ionosfera localizada acima de uma zona sismicamente ativa. O método inclui monitorar ionogramas fornecidos pelo conjunto de ionossondas; detectar a presença de pelo menos uma irregularidade induzida por sismo (SII); determinar um primeiro parâmetro predito correspondendo a uma localização de epicentro; e determinar um ou mais parâmetros preditos selecionados de um grupo que consiste em uma magnitude, um tempo de ocorrência e uma profundidade hipocentral. Algoritmos para calcular os parâmetros preditos são apresentados em detalhes.
Tipo: Concessão. Depositado em: 14 de abril de 2022.
Data da Patente: 21 de novembro de 2023.
Cessionário: IONOTERRA LTD. Inventor: Nathan Blaunstein.
CONTROLE REMOTO
Sistema de acesso e controle remoto e método correspondente
Número da patente: 11303475
Resumo: O sistema de acesso e controle remoto compreende pelo menos uma rede virtual, em que a pelo menos uma rede virtual é definida persistentemente como um conjunto de instrumentos de teste e medição e hardware acompanhante. Teste/medição, que pode ser aplicado em diversas áreas, inclusive em infra estruturas de uma "cidade inteligente" ou para monitorar sistemas urbanos, mas o foco principal do texto é o sistema de controle remoto de instrumentos.
Tipo: Concessão
Data da Patente: 12 de abril de 2022
Cessionário: Rohde & Schwarz GmbH & Co. KG
Inventor: Sebastian Röglinger
MILITARES
Estimativas do Orçamento do Exército do Departamento de Defesa para o Ano Fiscal de 2026
9 de novembro de 2025 | ZEROGeoengineering.com | Pesquisa, Desenvolvimento, Teste e Avaliação
. O orçamento do Exército para o ano fiscal de 2026 é de US$ 15.395.757.000,00 .
A proposta de financiamento inclui ciência atmosférica, ciência de aerossóis, transporte de aerossóis na camada limite atmosférica, inteligência artificial (IA), guerra eletromagnética, micro-ondas, nanomateriais, OTAN, sistemas não tripulados, PFAS, sistemas microeletromecânicos (MEMS / “poeira inteligente”) para dispositivos e sensores de radiofrequência (RF) e programas classificados.
- Investigaremos o projeto, o arranjo e as propriedades estruturais/ópticas de estruturas de laser de guia de onda de nano-ranhuras epitaxiais de pontos quânticos de nitreto de alumínio e gálio (AlGaN), e avaliaremos a operação de laser no espectro ultravioleta (UV) médio e profundo; investigaremos e projetaremos um sistema sináptico bioeletrônico capaz de computação neuromórfica para examinar perfis fisiológicos dinâmicos em resposta ao estresse, o que, se bem-sucedido, possibilitará um novo mecanismo para classificação do estresse e monitoramento do desempenho humano;
- Iremos explorar técnicas de inteligência artificial e aprendizado de máquina para modelar dinamicamente redes sociais e as conexões entre essas redes, o que, se bem-sucedido, permitirá a criação de modelos preditivos de apoio e influência;
- Teoria na caracterização, sensoriamento e modelagem atmosférica
- Transporte de aerossóis na camada limite atmosférica;
- Materiais, projetos e técnicas de fabricação serão estudados para o desenvolvimento futuro de Sistemas
- O programa Multidisciplinary University Research Initiative (MURI) é um programa conjunto das três forças armadas do Departamento de Defesa (DoD) que apoia equipes extramurais cujos esforços de pesquisa básica abrangem mais de uma disciplina tradicional de ciência e engenharia.
Microeletromecânicos (MEMS) para dispositivos e sensores de radiofrequência (RF).
4712155 – 8 de dezembro de 1987 – Método e aparelho para criar uma região artificial de aquecimento por ressonância ciclotrônica de elétrons de plasma
1338343– August 14, 1990 – Process and Apparatus for the production of intense artificial Fog -processo e aparelho para a produção de névoa artificial intensa
4999637 – March 12, 1991 – Creation of artificial ionization clouds above the earth Criação de nuvens de ionização artificial acima da Terra
5003186 – March 26, 1991 – Stratospheric Welsbach seeding for reduction of global warming- Semeadura estratosférico de Welsbach para redução do aquecimento global
5984239 – November 16, 1999 – Weather modification by artificial satellite- Modificação climática por satélite artificial
5005355 – April 9, 1991 – Method of suppressing formation of contrails and solution therefor:Método para suprimir a formação de rastros de condensação e solução para tal.
5038664 – August 13, 1991 – Method for producing a shell of relativistic particles at an altitude above the earths surface: Método para produzir uma camada de partículas relativísticas a uma altitude acima da superfície da Terra.
6056203 – 2 de Maio de 2000 – Método e aparelho para modificar nuvens super-resfriadas - Gera choque térmico e intempéries
Obrigada por ler
O planeta não está sendo destruído por quem tenta fazer o bem, mas por agendas que não são discutidas abertamente.
Um exemplo é a geoengenharia climática militar, um tema ignorado em conferências que deveriam priorizar a transparência.
Um exemplo é a geoengenharia climática militar, um tema ignorado em conferências que deveriam priorizar a transparência.
Se você tomou ciência sobre este tema, compartilhe por amor, quem sabe conseguiremos realmente mitigar e regenerar nosso lar? 🌸 “Tudo o que se conecta floresce.”
Angela Camolese
Consultora de design Regenerativo e Circular
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